quarta-feira, 29 de agosto de 2012

8º semestre

Quando inicei esse meu blog estava no 3º semestre da minha faculdade - Bacharelado em Administração, e minhas expectativas eram enormes, mais infelismente deixei a desejar, não só com o blog mais como na vida acadêmica, pois hoje percebo o quanto perdir, e o quanto fiquei largada nos estudos. Mais como brasileiro sempre deixa tudo para a ultima hora, aqui estou, para MUDAR essa história, quero fazer o que não fiz, e faltando menos de 06 meses quero remediar tudo que preciso for, para realmente sair uma graduada com qualidade.
 
Estou cheias de tarefas nesse ultimo semestre e o blog vai me ajudar a concluir todas elas.
 
Quero disciplina e dedicação, quero fazer as coisas acontecerem...
 
Eis aqui uma Quase Formada...
 
Evellyn

terça-feira, 22 de maio de 2012

Delegar é diferente de “Delargar”

Matéria super interessante da calunista: Sandra Betti... site aqui

Temos que delegar com critério, método e responsabilidade. Mas como fica a questão de 'para quem delegar'?

Peter Drucker nos desafiava a responder três perguntas simples e vitais na gestão de pessoas:

1. O que estou fazendo e não precisa ser feito?

2. O que estou fazendo e poderia ser feito por outra pessoa?

3. O que estou fazendo e só eu mesmo posso fazer?

Evidentemente só as atividades do segundo grupo deveriam ser “delegadas”.

Delegar é o processo que faz a gestão ser possível, porque gestão nada mais é do que o processo de obter resultados através das outras pessoas. É ser capaz de “fazer fazer” (e bem!).

Segundo o General Patton, não deveríamos dizer às pessoas como fazer as coisas. Deveríamos apenas dizer o que tem que ser feito e nos deixar surpreender pelos seus resultados.

Um bom gestor deveria escolher bem a pessoa para um determinado trabalho, comunicar as informações necessárias (clarificar os objetivos), estar sempre acessível (para dúvidas, complementações e questionamentos), fornecer recursos e diretrizes claras para se chegar aos resultados esperados, fazer follow-up e dar feedbacks construtivos ao longo do caminho.

Se ele fizer tudo isto, ele estará delegando.

Mas se o gestor “jogar a batata quente” na mão de alguém, descumprindo alguma fase do processo citado acima, provavelmente ele estará apenas “delargando”. Ou porque escolheu a pessoa errada, ou não se comunicou bem, ou não forneceu recursos adequados, ou tudo ao mesmo tempo... E, depois, talvez ainda fique reclamando da incompetência ou do descomprometimento' do dito cujo... (“não adianta mesmo querer delegar!”).

E se ele mesmo fizer tudo sozinho (“one man show”) ele estará centralizando (“é mais fácil fazer do que ensinar”; “quem quer faz, quem não quer manda”; “se quiser bem feito, faça você mesmo”, etc) e mostrando que como gestor é apenas um ótimo executor...

Resumo, temos que delegar com critério, método e responsabilidade.

Mas, e a questão de para quem delegar?

Para esta etapa é fundamental utilizarmos a Matriz Will x Skill de Hershey e Blanchard:

Na ordenada temos o eixo de Skill (experiência com a tarefa, treinamento, conhecimento e talentos naturais) e na abcissa o eixo de Will (atitude, responsabilidade, motivação e força de vontade).

Quando temos os dois eixos altos (Will + Skill) podemos delegar responsabilidades, dar autonomia e nos deixar surpreender pelos resultados.

Mas, nos outros três casos, temos que ser muito mais cuidadosos, fazer coaching e trabalhar as questões específicas.


Sandra Betti é sócia-diretora da consultoria MBA Empresarial, especialista em Assessment Center, Identificação de Talentos, Desenvolvimento Gerencial e Team Building, e também apresentou o Workshop "Gestão de RH na prática".

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Confira 10 oportunidades em TI para pequenas empresas

A área de TI vem crescendo a cada dia, Estamos vivendo em ritimo acelerado com a tecnologia, e as inovações tomam conta do mercado atual.

Com isso, as empresas buscam está cada dia mais atualizada em seus sistemas, de forma a fazer um trabalho mais rápido, prático e acessivel.

Enfim, segue uma otima matéria sobre as Oportunidades encontradas na área de TI.

SITE AQUI!


Em 2011, o setor de tecnologia da informação (TI) faturou US$ 95 bilhões de dólares no País e a estimativa de crescimento para este ano é de 10% a 15%, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação (Brasscom). Apesar dos números grandiosos, o setor também está aberto à atuação de pequenas empresas. "Há muito tempo as pequenas tem orbitado em torno das grandes organizações. Elas fornecem importantes produtos e serviços na área de TI", aponta Nelson Wortsman, diretor de Convergência Digital e Infraestrutura da associação.

Com a ajuda de Worsman o Terra apurou 10 oportunidades em TI para fornecedores de pequeno porte.

1) Cloud Computing
A tecnologia de computação em nuvem tem como objetivo disponibilizar em qualquer lugar, independentemente da plataforma utilizada, as mais variadas aplicações e dados por meio da internet. Não há necessidade de instalação em computadores e/ou outros dispositivos. Por isso, não é de espantar que essa seja a grande aposta do mercado de TI. "As pequenas podem oferecer consultoria para as grandes, pois é preciso de análise e planejamento para descobrir se que vale a pena ir para a nuvem ou não", afirma o executivo da Brasscom.

2) Aplicativos
Mobilidade é outro grande tema no segmento de tecnologia da informação. "É sabido que uma parte considerável dos aplicativos é desenvolvida por pequenas empresas", conta Wortsman. Dessa forma, o campo está aberto tanto para as empresas que fornecem apps coorporativos quanto para as que comercializam aplicativos para o consumidor final. Os apps são colocados sob licença pelas grandes e as pequenas recebem os royalties do download.

3) Games
O segmento de jogos é outro nicho de forte atuação de organizações de menor porte, segundo Wortsman. Assim, uma pequena empresa que desenvolve games pode, por exemplo, licenciá-los para uma grande operadora de celular.

4) Ensino à distância
Essa modalidade de educação vem se popularizando no País. Em 2010, 930 cursos de graduação foram oferecidos à distância. Em 2003, foram apenas 52. Os dados são do Censo da Educação Superior, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inpi). Por isso, vai lucrar quem oferecer programas de treinamento à distância para os governos, empresas e faculdades.

5) Copa do Mundo e Olimpíadas
Os grandes eventos esportivos que o Brasil vai sediar em 2014 e 2016 dão margem a uma série de soluções em TI que não existem hoje. "O empreendedor pode começar a circular nos setores de turismo e hotelaria para conhecer suas demandas", afirma o executivo da Brasscom. "Há muita oportunidade por vir. As estradas e os aeroportos vão ficar com as grandes companhias, mas existem sempre as pequenas soluções que empresas de qualquer tamanho poderão fornecer", garante.

6) Sites sobre as cidades
Não são todas as cidades brasileiras, nem sequer as capitais, que contam com boas páginas na internet. Uma pequena empresa pode facilmente dar conta disso, disponibilizando informações relevantes e conteúdo atraente. Novamente a Copa do Mundo e as Olimpíadas - e, consequentemente, a alta exposição que elas geram para o País - poderiam ser usadas como gancho. As prefeituras e secretarias municipais provavelmente seriam os maiores compradores.

7) Restaurantes
Não é difícil encontrar executivos e turistas pelas ruas das principais cidades brasileiras. "Um restaurante inovador pode disponibilizar o seu cardápio em vários idiomas, em um tablet", sugere Wortsman. O que traz, novamente, uma oportunidade para as pequenas fornecedoras de TI.

8) Pagamento via celular
Mais comum na internet, o pagamento não presencial ainda não pegou nos celulares, explica Wortsman. Dessa maneira, fornecedores de TI podem prestar consultoria para grandes redes que desejam aceitar pagamento via celular. Eles podem desenvolver tanto a plataforma de pagamento como demonstrar que as vendas serão alavancadas se essa opção for implantada.

9) Mobilidade urbana
Comum no exterior, o GPS que propõe rotas alternativas caso o primeiro trajeto sugerido esteja congestionado ainda não chegou ao Brasil. "As prefeituras e órgãos como CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) provavelmente se interessarão por soluções que buscam melhorar a mobilidade urbana", acredita Wortsman.

10) Inovação
A palavra de ordem para um pequeno fornecedor de TI é inovar. Justamente por estarem menos presas a uma história construída ao longo de muitos anos (como é o caso das gigantes do setor), as empresas de pequeno porte desenvolvem inovações mais "agressivas", nas palavras do executivo da Brasscom. Por isso, se aproximar - e vender - de uma grande quando se tem em mãos um produto ou serviço inovador não é difícil nem fora do comum no Brasil.

Cross Content
Especial para o Terra

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Novos Desafios para os Profissionais de Logística e Supply Chain

O olhar integrado para as funções logísticas básicas – gestão de estoques, armazenagem, transportes e processamento de pedidos – já não mais garante diferenciação no mercado brasileiro, apesar de muitas empresas ainda não terem chegado a este estágio de maturidade em suas operações.
Lidar com restrições de distribuição nos grandes centros urbanos brasileiros, gerenciar uma base de fornecedores cada vez maior, conhecer questões tributárias e de comércio internacional, participar de processos de planejamento integrado com outras áreas (S&OP) e parceiros comerciais (CPFR), gerenciar estoques de muitos produtos em múltiplas instalações, garantir a sustentabilidade socioambiental da operação são apenas alguns exemplos dos novos desafios para os quais os profissionais de Logística e Supply Chain devem estar preparados.

Nossa formação completa é, portanto, multidisciplinar e exige atualização constante para podermos acompanhar a velocidade de transformação do mercado. Os novos desafios e responsabilidades exigem novos conhecimentos, novas práticas e inovação! Neste cenário, é fundamental investir algum tempo para se atualizar e desenvolver novos conhecimentos.

Para nos mantermos na vanguarda da área de Logística e Supply Chain em nosso país e ajudar os profissionais da área em seu desenvolvimento e atualização, publicamos freqüentemente novos artigos e relatórios de pesquisa, desenvolvemos novos cursos, organizamos fóruns internacionais com os principais especialistas do setor e levamos grupos de executivos para visitar empresas de classe mundial nos EUA, Europa e Ásia. Esperamos, com isso, ajudar no desenvolvimento da área de operações em nosso país.

Abaixo, alguns exemplos de artigos, treinamentos, eventos e relatórios de pesquisa que podem ajudar os profissionais da área neste processo de atualização e desenvolvimento:

Artigos
 Com base nesse cenário de aumento de demanda e na dificuldade de contrapartida de oferta e também na reorganização e maior profissionalização dos transportadores, fica relativamente simples prever uma forte pressão por aumento de preços de transporte. Leia mais.
Este artigo procura apresentar as iniciativas de colaboração como elementos-chave para a construção de cadeias de suprimentos econômica, social e ambientalmente sustentáveis.  Leia mais.
O transporte rodoviário é o principal meio para o deslocamento de cargas dentro do Brasil. Embora o Governo Federal venha aumentando os investimentos nos outros modais, o rodoviário ainda é responsável por quase 63% do TKU (toneladas por quilômetro útil) movimentado no PaísLeia mais.


Treinamentos

Panoramas

Eventos

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Luíza dá dicas aos estudantes que querem fazer intercâmbio no Canadá

Vanessa Fajardo e Ana Carolina Moreno Do G1, em São Paulo


 Depois do sucesso de Menos Luiza, que está no canáda, por conta do intercâmbio, isso sinceramente me chamou muito a atenção. Há tempos quero entrar em um curso de inglês, só ainda não começei porque infelismente não tenho tempo neste momento,mais a partir de setembro começo o meu. E daqui há02 anos, provavelmente, quero fazer meu intercâmbio...

Nessa matéria do site da Globo.com, onde a calunista/Jornalista Vanessa e Ana carolina publicaram tem muitas dicas legais. Vale a pena Conferir.

Segue:

 

Luíza (Foto: G1) 
Luíza no aeroporto, em São Paulo (Foto: G1)
Assim como Luíza Rabello, muitos estudantes brasileiros escolhem o Canadá como destino de intercâmbio. Menos burocracia no processo para tirar o visto e preços menores se comparados aos Estados Unidos são alguns dos motivos que explicam a grande procura.
A estudante paraibana de 17 anos disse ao G1 que passou seis meses "maravilhosos" na cidade de Barrie, que tem cerca de 150 mil habitantes e fica a aproximadamente uma hora de viagem de Toronto, na província de Ontario. Prestes a embarcar em um voo de volta a João Pessoa, ela contou, na noite de sexta-feira (20), como decidir se mudar para o país, e deu dicas para quem está pensando em passar uma temporada por lá.
Luíza era a única integrante da família Rabello no gélido país norte-americano no dia em que seus pais e irmãos gravaram o comercial que a tornou conhecida nacionalmente. Mas não foi a primeira a conhecer o Canadá. "Meu irmão fez esse programa também, e para ele foi maravilhoso, então eu só repeti", contou a estudante e agora garota-propaganda.
Morando em uma casa de família, você vive realmente a experiência da cultura"
Luíza, que voltou do Canadá
após seis meses de intercâmbio
Embora nunca tenha experimentado a sensação de compartilhar uma residência com outros estudantes estrangeiros, a jovem recomendou a opção "homestay", em que o intercambista fica hospedado em uma casa de família durante sua estada. "Morando em uma casa de família, você vive realmente a experiência da cultura", comentou ela. "Quando fica com estudantes, geralmente é sempre intercambistas, então você não vive muito a cultura do lugar. Mas não posso falar porque não fiquei [em residência estudantil]."
A estudante afirmou ter se adaptado muito bem à família que a recebeu. "Eu tinha um 'hostfather', uma 'hostmother' e uma 'hostsister' de 15 anos. Nós éramos bem amigas", disse.
Gastronomia
Segundo ela, a comida canadense tem "bastante fast-food", e os restaurantes chineses, muito populares em todas as regiões do país, "são maravilhosos". Dentro de casa, porém, as refeições não eram muito diferentes. "Minha 'hostmother' era colombiana, então era muita comida da Colômbia, como feijão e chilli."
Luíza não foi ao Canadá apenas para estudar inglês. Seu programa incluiu a frequência em um colégio, onde disse ter feito matérias obrigatórias do currículo brasileiro para poder concluir o segundo ano do ensino médio.
Seis meses é curtinho, mas é o tempo determinado para aprender inglês. Acho um mês muito pouco"
Luíza Rabello
"Minhas aulas começavam às 8h e iam até 14h25. A escola era sensacional. Eu tinha quatro matérias, tive aulas de história, inglês, matemática e biologia." A jovem afirmou que, além de estudar como aluna regular, a experiência escolar também é uma das melhores formas de se adaptar ao idioma estrangeiro. "Dá para aprender bem o inglês."
E por falar em aprender bem, outra dica da intercambista mais conhecida do Brasil é que os estudantes optem por passar temporadas mais longas no país de intercâmbio. "Seis meses é curtinho, mas é o tempo determinado para aprender inglês. Acho um mês muito pouco."
Gláucia Junqueira, de 34 anos, foi estudar no Canadá no ano passado (Foto: Arquivo pessoal)Gláucia Junqueira, de 34 anos, foi estudar no Canadá no ano passado (Foto: Arquivo pessoal)
Curta duração
Mas quem não tem tempo disponível para uma viagem tão longa também pode conseguir aproveitar os programas de curta duração. Em maio do ano passado, a publicitária Gláucia Junqueira, de 34 anos, moradora de Campinas, no interior de São Paulo, passou um mês em Vancouver, na província de British Columbia (Columbia Britânica), para estudar inglês.
No fim, a ideia que se tem é que o difícil de tudo isso é voltar e deixar lá todos os amigos com quem você conviveu durante o período de estudos"
Gláucia Junqueira,que estudou em Vancouver as belezas da cidade e os preços, menores do que nos Estados Unidos, a fizeram optar pelo país. “Fiz umas pesquisas pela internet, vi algumas fotos de Vancouver e me encantei pela cidade. Pelas imagens, Vancouver mostrou-se ser um lugar com uma beleza natural incrível, com praias, montanhas, muitos parques. Descobri também que a cidade oferecia uma excelente infraestrutura, graças principalmente às obras de melhorias realizadas para as olimpíadas de inverno que a cidade sediou em 2010”, afirma.

Para Gláucia, a experiência de viajar sozinha para um país que nunca tinha visitado foi incrível. “Sair do país sozinha por si só já é uma aventura desafiadora para quem o faz pela primeira vez. Depois vem as outras novidades: chegar a um lugar novo, morar com pessoas que acaba de conhecer, ir para a escola e encontrar gente que vem de vários cantos do mundo com outras culturas, idiomas, outros costumes.”

A publicitária conta que, para ela, no início foi tanta informação que a cabeça ficou perdida. “Mas a adaptação chega logo para quem está aberto a essa experiência. No fim, a ideia que se tem é que o difícil de tudo isso é voltar e deixar lá todos os amigos com quem você conviveu durante o período de estudos.”
Camila Ciampolini vai passar dois meses em intercâmbio no Canadá (Foto: Arquivo pessoal) 
Camila Ciampolini vai passar dois meses em
intercâmbio no Canadá (Foto: Arquivo pessoal)
Mais fácil de aprender inglês

Já a paulista Camila Ciampolini, de 23 anos, embarca em fevereiro para o Canadá para um intercâmbio de dois meses. Ela vai fazer curso de idiomas em Vancouver e está animada com a perspectiva da imersão no inglês. Recém-formada em engenharia de alimentos pela Universidade de São Paulo (USP) no campus de Pirassununga (SP), Camila considera o inglês fundamental para a evolução em sua carreira. “Para entrar em vários processos seletivos das melhores empresas é preciso ter o inglês fluente”, diz a jovem, que faz estágio em uma grande empresa do ramo de bebidas.

Camila juntou as economias da poupança e investiu cerca de R$ 5 mil em um programa oferecido pela agência de intercâmbio Studynet, de Campinas. Vai ficar em casa de família no primeiro mês e poderá optar por continuar no local ou mudar de hospedagem no segundo. Terá ainda 31 horas de aula por semana.

Para entrar em vários processos seletivos das melhores empresas é preciso ter o inglês fluente"Camila Ciampolini, que embarca para o Canadá em fevereiro
“Escolhi o Canadá porque lá é mais fácil aprender inglês em menos tempo”, justifica. “Os canadenses falam mais pausadamente, com mais clareza, não unem muito as palavras, diferentemente dos norte-americanos. Recebi esta orientação de vários professores de inglês.”

Os colegas de trabalho já começaram com as piadas motivadas pelo sucesso da internet. “Dizem que a Camila está indo e a Luíza voltando.”
'Caso Luíza' pode aumentar a procura pelo país
 
As empresas que vendem pacotes de intercâmbio para o Canadá torcem para que o fenômeno na internet envolvendo a jovem Luíza Rabello possa aumentar ainda mais a procura dos brasileiros pelos cursos de férias e intercâmbios no país. “Este 'caso Luíza' acaba colocando o destino em destaque nas redes sociais, que hoje em dia são a melhor forma de atingir diretamente todas as classes socioeconômicas e faixa etária”, afirmou Debora Lorenzo, gerente de produto da Central de Intercâmbio (CI).

O G1 ouviu Debora e Maurício Pivetta, gerente de treinamento da Experimento, para listar as vantagens de estudar no Canadá, que podem convencer o estudante a viajar ao país independente do ‘fenômeno Luíza’.
Canadá - corrigido (Foto: Arte/G1) 
Mapa do Canadá (Foto: Arte/G1)
Visto
Para intercâmbios de até seis meses, é possível entrar no país com visto de turismo com permissão de estudo. Este costuma ser mais barato e sair mais rápido do que os outros. Para quem vai permanecer mais tempo no país, no caso dos estudantes de high school (quando cursam parte do ensino médio), é necessário tirar o visto de estudante. Neste caso, é preciso ter uma carta de aceitação da escola canadense, documento de custódia (significa que alguém assume a guarda do adolescente durante o programa, geralmente o diretor da escola ou a família hospedeira), além de um exame médico feito pelo próprio consulado.

Também é possível solicitar o visto de entrada única ou múltipla entrada, que pode ser válido por até cinco anos, sem limite de entradas e saídas do país. Independente do tipo do visto, o ideal é que ele seja tirado via despachante, pois a documentação chega mais organizada ao consulado.

Gláucia Junqueira ficou um mês em Vancouver (Foto: Arquivo pessoal) 
Gláucia Junqueira ficou um mês em Vancouver
(Foto: Arquivo pessoal)
Preço
 
O governo canadense subsidia o estudo de estrangeiros para aumentar a procura, por isso os cursos chegam a ficar até 30% mais baratos do que os dos Estados Unidos, por exemplo.

Idiomas
 
No Canadá é possível estudar inglês e francês. Em regiões como Quebec, o idioma é o francês.

Cultura
 
Assim como o Brasil, o Canadá é um país multicultural, por isso os moradores estão acostumados com os estrangeiros e costumam ser simpáticos e receptivos. “Temos famílias que depois que hospedam brasileiros pela primeira vez não querem mais receber alunos de outros lugares. Eles se identificam com a nossa cultura, até pela questão de futebol e pegam gosto pelo abraço”, diz Debora.

Localização e turismo
 
O Canadá possui uma das melhores e mais famosas estações de esqui do mundo. No verão, a estação vira pista de mountain bike.
Algumas cidades canadenses, como Toronto, por exemplo, ficam próximas dos Estados Unidos. Os estudantes que optam por fazer intercâmbio no Canadá podem fazer passeios de fim de semana em cidades americanas.

CONFIRA OPÇÕES DE CURSOS NO CANADÁ
Agência Experimento Onde: Escola ILSC em Toronto (Ontario) ou Vancouver (British Columbia)
Período: curso de inglês quatro semanas com 17 aulas semanais
Inclui: acomodação em casa de família, com quarto individual com café da manhã e jantar inclusos
Preço: a partir de R$ 3.970,68*

*sujeito a alteração conforme variação cambial
Informações: www.experimento.org.br
Agência CI Onde: Vancouver (British Columbia)
Período: curso de inglês de quatro semanas com 20 aulas semanais
Inclui: acomodação em casa de família quarto individual meia pensão + material didático
Preço: a partir de R$ 3.418*

Onde: Winnipeg (Manitoba)
Período: high school - um semestre letivo em escola pública
Inclui: acomodação em casa de família com pensão completa
Preço: a partir de R$ 18.987*

*taxa de câmbio de R$ 1,92 do dia 18 de janeiro de 2012; valores não incluem taxas e estão sujeitos a alteração sem prévio aviso
Informações: www.ci.com.br
Agência STB Onde: University of Victoria, em Victoria (British Columbia)
Período: curso de inglês de 12 semanas
Inclui: casa de família com refeição completa (café da manhã, almoço e jantar)
Preço: a partir de CAD 3700,00 (curso) + CAD 2400,00 (acomodação) + R$ 288 (taxa de matrícula STB)*

Onde: cidade na província de Ontario
Período: high school - um semestre letivo em escola pública
Inclui: casa de família com refeição completa (café da manhã, almoço e jantar)
Preço: CAD 24.062,00 + taxas*

*valores referentes somente a parte terrestre e estão à disponibilidade e alteração, sem aviso prévio
Informações: www.stb.com.br

Dicas !

Esse site temmuito conteudo interessante e vale a pena conferir...

Fica à dica.

Cursos simples e extramamente facil a navegação do site.

Vai lá!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Nube tem 3.439 vagas de estágio

30/12/2011 09h00 - Atualizado em 30/12/2011 09h00

 As oportunidades são para estudantes do ensino médio, técnico e superior. As bolsas variam de R$ 300,00 a R$ 1.800,00.

 

O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) está selecionando candidatos para 3.439 vagas de estágio em todo o país. Há oportunidades para estudantes do ensino médio, técnico e superior, período matutino e noturno. As bolsas variam de R$ 300,00 a R$ 1.800,00.

Os interessados em concorrer às vagas devem cadastrar-se gratuitamente no site www.nube.com.br.
Entre os cursos com vagas estão administração, análise de sistemas, arquitetura e urbanismo, biologia, ciências da informação, ciências contábeis, ciências econômicas, computação científica, comunicação, direito, design, engenharia de alimentos, engenharia de produção, ensino médio, farmácia, fisioterapia, jornalismo, marketing, matemática, nutrição, pedagogia, psicologia, propaganda e marketing, publicidade e propaganda, tecnólogo em logística, tecnologia em qualidade e turismo.

 Outras oportunidades podem ser consultadas diretamente no site www.nube.com.br, acessando o campo "Vagas de Estágio".



Estágios excepicionais vale a pena conferir. Eu já estou na busca do meu...