As regras para o processo do primeiro semestre de 2011 serão as mesmas aplicadas na última seleção, no segundo semestre de 2010.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Vagas Pelo ENEM
As regras para o processo do primeiro semestre de 2011 serão as mesmas aplicadas na última seleção, no segundo semestre de 2010.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Guia de carreiras: farmacêutico

'Mexemos com vidas, cada fórmula é uma pessoa', diz farmacêutica.
Farmácia de manipulação cresce no segmento.
A farmacêutica formada há 20 anos afirma que a área se tornou bastante ampla e complexa. “Era muito mais simples ser farmacêutica quando comecei. Hoje se tem muito mais controle, o que obrigou a gente a se profissionalizar muito no sentido de organização e treinamento de pessoas”, afirma.
Quando começou, Márcia estagiou durante oito meses em uma empresa de alimentos até abrir a própria farmácia de manipulação com uma sócia. Em cinco anos, ela afirma que se mudou de uma pequena sala de trabalho para a farmácia de dois andares com salas de laboratórios divididas.
Para ser farmacêutico, segundo ela, o profissional deve gostar de estudar e entender disciplinas como química, farmacologia, fisiologia, para saber como funciona a ação da medicação no corpo humano, além de matemática e até estatística. Mas um ponto fundamental que hoje se exige é a assistência farmacêutica. “Temos que saber dar orientações quanto ao uso da medicação, o que pode e o que não pode, por exemplo, com leite, sucos ácidos e água, já que tudo é combinação química”, disse.
O profissional pode atuar tanto no controle de qualidade, como em produção, marketing, pesquisa e desenvolvimento. As opções são diversificadas, e o profissional pode trabalhar em empresas de alimentos, medicações, laboratórios de análises clínicas e empresas de cosméticos, outro segmento que está em alta no mercado, segundo Márcia.
“Hoje a cosmetologia é um segmento que também vem crescendo muito no mercado. Tenho interesse em desenvolver também”, afirma.
O trabalho da farmacêutica exige dedicação, disciplina e organização. “É um trabalho minucioso. Tudo tem que estar perfeito, desde a compra de materiais dos fornecedores até a entrega ao cliente. Falo para os meus funcionários que se você errou uma fórmula das mil, por exemplo, que são produzidas no dia, você errou 100%, porque cada medicamento é para uma pessoa, e pessoas não se substituem”, disse.
Márcia disse que não tem rotina, já que a cada dia tem uma fórmula de medicamento diferente a ser produzida. A profissional tem, entre as responsabilidades, a conferência de materiais que chegam à farmácia, checagem dos laboratórios, dar orientações aos funcionários, conferir produção e entrar em contato com pacientes. “Tem gente que muda de médico, mas não muda de farmácia”, afirma, quando se refere à questão da confiança no trabalho que o cliente adquire quando solicita serviços de farmácia.
O profissional também tem que estar atento e sempre atualizado às novidades da ciência, leis e exigências da vigilância sanitária.
Ela afirma que o piso salarial do profissional gira em torno de R$1.700. “A proatividade é responsável pelo crescimento do profissional. Você ganha o que faz. Acho que é assim em todas as profissões”, afirma.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Imprima o guia da reforma ortográfica
As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.
O guia acima traz as mudanças que já estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009.
Vale lembrar que o que muda é a grafia. Ou seja, nada de pronunciar “lin-gui-ça”. A fala continua a mesma, mesmo sem os dois pontinhos em cima do “u”.
Especialistas apontam áreas de trabalho mais promissoras em 2011
Setores ligados ao desenvolvimento do país devem ser beneficiados.
Economia aquecida e preparação para Copa 'puxam' profissionais.
O ano de 2011 deverá ser mais promissor para setores ligados diretamente ao desenvolvimento do país, segundo especialistas em mercado de trabalho ouvidos pelo G1. O bom desempenho da economia brasileira aumenta a demanda por mão de obra qualificada para áreas como infraestrutura, energia, telecomunicações, tecnologia e óleo e gás.
Além dos segmentos diretamente relacionados ao crescimento econômico, os especialistas lembram também a tendência de forte alta na área de bem estar social, o que envolve desde sustentabilidade e meio ambiente até saúde e estética.
ÁREAS PROMISSORAS PARA 2011Área comercial e internet
Tecnologia da Informação (TI) e comunicação
Telecomunicações
O setor de telecomunicações necessita cada vez mais de especialistas em tecnologias como transferências de dados, 3G e Rede IP, cabos, entre outras, diz Alexia Franco, da Hays. Quanto mais cresce o número de usuários de celulares, por exemplo, aumenta a demanda nas redes de telecomunicações e de telefonia celular. “É preciso de profissionais como engenheiros e analistas de telecomunicações para a elaboração de projetos e até mesmo monitoramento e atuação nessas redes", aponta o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino.
Sustentabilidade, meio ambiente e saúde
Energia
Construção civil
Óleo e gás
Infraestrutura e transporte
Setor farmacêutico
Setor contábil, fiscal e financeiro
Recursos humanos
Seguros e segurança
Candidato deve buscar atender mercado
Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, afirma, ainda, que cada candidato deve estar atento ao segmento onde atua, pois cada setor tem sua necessidade. A especialista dá a dica para profissionais de áreas técnicas buscarem experiência na elaboração de projetos. “Tudo depende de projetos atualmente. É preciso saber lidar com cronogramas.”
Alexia destaca a importância de adquirir certificações. Um segundo idioma, principalmente o inglês, também é um investimento importante, segundo a especialista. “Muita gente não investe no inglês e fica para trás."
Proatividade
Selma concorda e destaca que o importante é estar sempre atualizado em relação às tendências e não esperar que a oportunidade “caia no colo”. É importante, também, ter autoconhecimento para saber o que gosta de fazer e “ir trilhando o caminho”, lembra Alexia.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Dica: FACULDADE UNOPAR
Essa é a Faculdade ( UNOPAR ) onde estudo e à indico com toda a certeza que é muito BOA.
Inclusive já está ocorrendo o VESTIBULAR para futuros Universitários.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Logística
A Logística é a área da gestão responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.
Fundamentalmente a logística possui uma visão organizacional holística, onde esta administra os recursos materiais, financeiros e pessoais, onde exista movimento na empresa, gerenciando desde a compra e entrada de materiais, o planejamento de produção, o armazenamento, o transporte e a distribuição dos produtos, monitorando as operações e gerenciando informações.
Pela definição do Council of Supply Chain Management Professionals, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadéia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes" (Carvalho, 2002, p. 31).
Como ferramental, a logística utiliza (entre outros):
O WMS, Warehouse Management System, em português - literalmente: sistema de automação e gerenciamento de depósitos, armazéns e linhas de produção. O WMS é uma parte importante da cadeia de suprimentos (ou supply chain) e fornece a rotação dirigida de estoques, diretivas inteligentes de picking, consolidação automática e cross-docking para maximizar o uso do valioso espaço do armazéns.
O TMS, Transportation Management System, que é um software para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este sistema permite controlar toda a operação e gestão de transportes de forma integrada. O sistema é desenvolvido em módulos que podem ser adquiridos pelo cliente, consoante as suas necessidades (Gasnier et al., 2001).
O ERP, Enterprise Resource Planning ou SIGE (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial, no Brasil) são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras, etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).
O MRP, Material Requirement Planning (planeamento (português europeu) ou planejamento (português brasileiro) das necessidades de materiais, PNR).
Origem do nome
O termo logística, de acordo com o JÁDER O LOGISTICO , vem do francês JÁDOX e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos". Logística também pode ser definida como a satisfação do cliente ao menor custo total (Ferreira, 1986, p. 1045). Pode-se dizer então que os termos Logística e Cadeia de Suprimentos tem o mesmo significado, já que ambos têm a finalidade de satisfazer o cliente com o menor custo possível.
Outros historiadores defendem que a palavra logística vem do antigo grego logos, que significa razão, cálculo, pensar e analisar.
O Oxford English dicionário define logística como: "O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos".
História
Desde a antiguididade, os líderes militares já se utilizavam da logística, para tramar guerras e prostituições. As guerras eram longas e geralmente distantes e eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários o planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota; nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de Logistikas eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
Carl von Clausewitz dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia. Não falava especificamente da logística, porém reconheceu que "em nossos dias, existe na guerra um grande número de atividades que a sustentam (...), que devem ser consideradas como uma preparação para esta".
É a Antoine-Henri Jomini, ou Jomini, contemporâneo de Clausewitz, que se deve, pela primeira vez, o uso da palavra "logística", definindo-a como "a ação que conduz à preparação e sustentação das campanhas", enquadrando-a como "a ciência dos detalhes dentro dos Estados-Maiores".
Em 1888, o Tenente Rogers introduziu a Logística, como matéria, na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América. Entretanto, demorou algum tempo para que estes conceitos se desenvolvessem na literatura militar. A realidade é que, até a 1ª Guerra Mundial, raramente aparecia a palavra Logística, empregando-se normalmente termos tais como Administração, Organização e Economia de Guerra.
A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel Thorpe, do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América que, no ano de 1917, publicou o livro "Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra". Segundo Thorpe, a estratégia e a tática proporcionam o esquema da condução das operações militares, enquanto a logística proporciona os meios". Assim, pela primeira vez, a logística situa-se no mesmo nível da estratégia e da tática dentro da Arte da Guerra.
O Almirante Henry Eccles, em 1945, ao encontrar a obra de Thorpe empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em Newport, comentou que, se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial. Eccles, Chefe da Divisão de Logística do Almirante Chester Nimitz, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros estudiosos da Logistica Militar, sendo considerado como o "pai da logística moderna" Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.
A Logística organizacional integrada
Numa época em que a sociedade é cada vez mais competitiva, dinâmica, interactiva, instável e evolutiva, a adaptação a essa realidade é, cada vez mais, uma necessidade para que as empresas queiram conquistar e fidelizar os seus clientes.A globalização e o ciclo de vida curto dos produtos obriga as empresas a inovarem rapidamente as suas técnicas de gestão. Os produtos rapidamente se tornam commodities, quer em termos de características intrínsecas do próprio produto, quer pelo preço, pelo que cada vez mais a aposta na diferenciação deve passar pela optimização dos serviços, superando a expectativa de seus clientes com atendimentos rápidos e eficazes.
O tempo em que as empresas apenas se orientavam para vender os seus produtos, sem preocupação com as necessidades e satisfação dos clientes, terminou. Hoje, já não basta satisfazer, é necessário encantar. Os consumidores são cada vez mais exigentes em qualidade, rapidez e sensíveis aos preços, obrigando as empresas a uma eficiente e eficaz gestão de compras, gestão de produção, gestão logistica e gestão comercial.
Tendo consciência desta realidade e dos avanços tecnologicos na área da informação, “é necessária uma metodologia que consiga planear, implementar e controlar da maneira eficaz e eficiente o fluxo de produtos, serviços e informações desde o ponto de origem (fornecedores), com a compra de matérias primas ou produtos acabados, passando pela produção, armazenamento, stockagem, transportes, até o ponto de consumo (cliente) (Alves, Alexandre da Silva; 2008; 14) .
De forma simplificada podemos identificar este fluxo no conceito de logística. No entanto, o conceito de logística tem evoluído ao longo dos anos. A partir da década de 80 surgiu o conceito de logística integrada “impulsionada principalmente pela revolução da tecnologia de informação e pelas exigências crescentes de desempenho em serviços de distribuição”.
Atividades envolvidas
A logística é dividida em dois tipos de atividades - as principais e as secundárias (Carvalho, 2002, p. 37):
- Principais: Transportes, Gerenciar os Estoques, Processamento de Pedidos.
- Secundárias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Obtenção / Compras, Programação de produtos e Sistema de informação.
Formação profissional
Houve tempo em que se exigia do profissional de logística formação universitária em engenharia. Hoje existem no Brasil alguns cursos de formação específica nesta área, como cursos técnicos, graduação tecnológica e pós-graduação específicos em logística.
A procura é muito grande e os estudantes, assim que se formam, encontram bons empregos nas empresas especializadas.
Essa 1º Pesquisa foi realizada no site AQUI!
Dicas da Carreira de um Profissional desta área:
O mercado de Trabalho:
O comércio eletrônico criou um mercado bastante amplo de distribuição de mercadorias. "Isso gera novas oportunidades de emprego para os profissionais de logística, pois fazer o produto chegar às mãos do cliente em bom estado e em pouco tempo passou a ser um desafio para essas empresas", diz a professora Bernadete Rossi Barbosa Fantin, coordenadora do curso de Logística da Fatec Botucatu.
Órgãos públicos ligados ao setor de engenharia de tráfego, como a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), de São Paulo, também empregam o profissional atuando em conjunto com os agentes de trânsito para melhora do fluxo de veículos.
O metrô de São Paulo admite o tecnólogo, que precisa prestar concurso público para entrar na companhia.
O Sul e o Sudeste, em especial as cidades industriais paulistas, oferecem o maior número de vagas, mas há boas perspectivas no Nordeste, onde muitas empresas estão abrindo filiais.
Salário inicial:
Em torno de R$ 1.500,00 (fonte: profa. Nadir Becker, da Ulbra).
O curso
Para aprender a lidar com o trânsito caótico das grandes cidades e a administrar o transporte de cargas com eficiência e baixo custo, é fundamental dominar diversas áreas de conhecimento.
O currículo engloba disciplinas tanto de ciências exatas, como estatística e física, quanto de sociais aplicadas, como administração, marketing e psicologia social. As matérias específicas incluem transporte público, engenharia de tráfego, educação e segurança de trânsito.
O estágio, de 400 horas, é obrigatório e feito em empresas públicas ou privadas do setor, como Detrans e transportadoras. Para se formar é necessário apresentar uma monografia ou um projeto. Alguns cursos são voltados para os aspectos administrativos de logística, preocupando-se mais com a redução de custos e do tempo de transporte de produtos.
Duração média: três anos.
Dados dá 2º Pesquisa AQUI!
Enfim, é otimo curso, e bem atual ,uma boa carreira.
Até o Próximo Post.
