quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Vagas Pelo ENEM

Sisu do 1º semestre de 2011 oferecerá 83 mil vagas; inscrições começam em 16 de janeiro


O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do primeiro semestre de 2011 oferecerá 83.125 vagas em instituições públicas de ensino superior.
As inscrições poderão ser feitas no período de 16 a 18 de janeiro de 2011.
A oferta representa aumento de 77% em relação à edição do primeiro semestre de 2010, quando foram ofertadas 47,9 mil vagas.
Nesta quarta-feira (22), o MEC (Ministério da Educação) irá deixar disponível o ambiente virtual com todas as regras do Sisu, no endereço http://sisu.mec.gov.br/.
O sistema selecionará os candidatos por meio da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010 após a divulgação dos resultados do exame, que está prevista para ocorrer na segunda quinzena de janeiro.
As vagas estão distribuídas em 83 instituições.
- 39 universidades federais
- 36 institutos federais
-02 centros federais de educação,
-05 universidades estaduais
e a Ence (Escola Nacional de Ciências Estatísticas), ligada ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Veja mais informações no edital do Sisu.

Como funciona o Sisu

As regras para o processo do primeiro semestre de 2011 serão as mesmas aplicadas na última seleção, no segundo semestre de 2010.
Haverá uma etapa de inscrição, em que o candidato poderá optar por duas graduações, de acordo com sua ordem de preferência.
Durante o período de inscrições será possível alterar a inscrição, com base na nota de corte divulgada ao fim de cada dia. Cada alteração invalidará a opção feita anteriormente.Ao final das inscrições, serão realizadas três chamadas e, em cada uma delas, o candidato terá um prazo para efetuar a matrícula na instituição em que foi selecionado.
Os selecionados na primeira opção não serão convocados nas chamadas posteriores – nem mesmo aqueles que não fizeram a matrícula.
Ao final das três chamadas, caso ainda haja vagas, as instituições convocarão os candidatos a partir da lista de espera gerada pelo sistema.
Veja a relação das vagas oferecidas:
Universidades Federais
Fundação Universidade Federal De Ciências Da Saúde De Porto Alegre – 408;
Fundação Universidade Federal De Viçosa – 636;
Fundação Universidade Federal Do ABC – 1.700;
Fundação Universidade Federal Do Pampa – 2.725;
Fundação Universidade Federal Do Tocantins – 402;
Fundação Universidade Federal Do Vale Do São Francisco – 1.330;
Universidade Federal Da Paraíba – 809;Universidade Federal De Alfenas – 1.037;
Universidade Federal De Goiás – 206;
Universidade Federal De Itajubá – 990;
Universidade Federal De Juiz De Fora – 176;
Universidade Federal De Lavras – 591;
Universidade Federal De Mato Grosso – 5.168;
Universidade Federal De Mato Grosso Do Sul – 3.920;
Universidade Federal De Ouro Preto – 1.218;
Universidade Federal De Pelotas – 3.076;
Universidade Federal De Pernambuco – 25;
Universidade Federal De Roraima – 202;
Universidade Federal De São Carlos – 2.553;
Universidade Federal De São João Del Rei – 166;
Universidade Federal De São Paulo – 2.041;
Universidade Federal De Uberlândia – 312;
Universidade Federal Do Acre – 70;
Universidade Federal Do Amazonas – 1.864;
Universidade Federal Do Ceará – 5.724;
Universidade Federal Do Estado Do Rio De Janeiro – 1.195;
Universidade Federal Do Maranhão – 1.918;
Universidade Federal Do Paraná – 524;
Universidade Federal Do Piauí – 2.893;
Universidade Federal Do Recôncavo Da Bahia – 1.320;
Universidade Federal Do Rio De Janeiro – 4.925;
Universidade Federal Do Rio Grande – 2.439;
Universidade Federal Do Rio Grande Do Norte – 245;
Universidade Federal Dos Vales Do Jequitinhonha E Mucuri – 691;
Universidade Federal Fluminense – 863;
Universidade Federal Rural De Pernambuco – 1.639;
Universidade Federal Rural Do Rio De Janeiro – 1.910;
Universidade Federal Rural Do Semi-Árido – 1.015;
Universidade Tecnológica Federal Do Paraná – 3.150.
Institutos Federais
Centro Federal De Educação Tecnológica Celso Suckow Da Fonseca – 602;
Centro Federal De Educação Tecnológica De Minas Gerais – 75;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Baiano – 390;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Catarinense – 870;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Da Bahia – 547;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Da Paraíba – 930;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Alagoas – 311;
Instituto Federal De Educação, Ciencia E Tecnologia De Brasilia – 10;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Goiás – 160;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Pernambuco – 310;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Rondônia – 3;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Roraima – 210;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Santa Catarina – 494;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De São Paulo – 900;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Sergipe – 310;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Acre – 150;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Amapá – 160;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Amazonas – 160;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Ceará – 1.750;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Espírito Santo – 766;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Maranhão – 1.110;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Norte De Minas Gerais – 345;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Pará – 695;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Paraná – 220;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Piauí – 1.070;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio De Janeiro – 960;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio Grande Do Norte – 350;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio Grande Do Sul – 560;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Sertão Pernambucano – 549;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Sudeste De Minas Gerais – 374;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Sul De Minas Gerais – 285;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Tocantins – 289;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Triângulo Mineiro – 44;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Farroupilha – 183;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Fluminense – 200;
Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Goiano – 307;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Sul-Rio-Grandense – 150;
Instituto Federal De Mato Grosso Do Sul – 80.
Universidades EstaduaisUniversidade Do Estado Da Bahia – 532;
Universidade Estadual De Mato Grosso Do Sul – 2.350;
Universidade Estadual Do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – 526;
Universidade Estadual Do Rio Grande Do Sul – 422;
Centro Universitário Estadual Da Zona Oeste – 220;
Escola Nacional De Ciências Estatísticas – 120.
Outras informações podem ser obtidas no site do MEC.
*Com informações do MEC.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Guia de carreiras: farmacêutico

'Mexemos com vidas, cada fórmula é uma pessoa', diz farmacêutica.
Farmácia de manipulação cresce no segmento.

Médico, paciente e farmacêutico, relação que Márcia Regina Silva Mendes, farmacêutica e sócia da farmácia de manipulação Pharmactiva, em São Paulo, define como de extrema importância para o segmento. A farmácia de manipulação, segundo ela, é um dos setores que se desenvolve com rapidez no mercado e torna o trabalho do farmacêutico mais personalizado. “Cada medicação que fazemos é individualizada. São quantidades e concentrações diferentes. Mexemos com vidas. Cada fórmula é uma pessoa”, diz.

A farmacêutica formada há 20 anos afirma que a área se tornou bastante ampla e complexa. “Era muito mais simples ser farmacêutica quando comecei. Hoje se tem muito mais controle, o que obrigou a gente a se profissionalizar muito no sentido de organização e treinamento de pessoas”, afirma.

Quando começou, Márcia estagiou durante oito meses em uma empresa de alimentos até abrir a própria farmácia de manipulação com uma sócia. Em cinco anos, ela afirma que se mudou de uma pequena sala de trabalho para a farmácia de dois andares com salas de laboratórios divididas.

Para ser farmacêutico, segundo ela, o profissional deve gostar de estudar e entender disciplinas como química, farmacologia, fisiologia, para saber como funciona a ação da medicação no corpo humano, além de matemática e até estatística. Mas um ponto fundamental que hoje se exige é a assistência farmacêutica. “Temos que saber dar orientações quanto ao uso da medicação, o que pode e o que não pode, por exemplo, com leite, sucos ácidos e água, já que tudo é combinação química”, disse.


O profissional pode atuar tanto no controle de qualidade, como em produção, marketing, pesquisa e desenvolvimento. As opções são diversificadas, e o profissional pode trabalhar em empresas de alimentos, medicações, laboratórios de análises clínicas e empresas de cosméticos, outro segmento que está em alta no mercado, segundo Márcia.


“Hoje a cosmetologia é um segmento que também vem crescendo muito no mercado. Tenho interesse em desenvolver também”, afirma.


O trabalho da farmacêutica exige dedicação, disciplina e organização. “É um trabalho minucioso. Tudo tem que estar perfeito, desde a compra de materiais dos fornecedores até a entrega ao cliente. Falo para os meus funcionários que se você errou uma fórmula das mil, por exemplo, que são produzidas no dia, você errou 100%, porque cada medicamento é para uma pessoa, e pessoas não se substituem”, disse.


Márcia disse que não tem rotina, já que a cada dia tem uma fórmula de medicamento diferente a ser produzida. A profissional tem, entre as responsabilidades, a conferência de materiais que chegam à farmácia, checagem dos laboratórios, dar orientações aos funcionários, conferir produção e entrar em contato com pacientes. “Tem gente que muda de médico, mas não muda de farmácia”, afirma, quando se refere à questão da confiança no trabalho que o cliente adquire quando solicita serviços de farmácia.


O profissional também tem que estar atento e sempre atualizado às novidades da ciência, leis e exigências da vigilância sanitária.

Ela afirma que o piso salarial do profissional gira em torno de R$1.700. “A proatividade é responsável pelo crescimento do profissional. Você ganha o que faz. Acho que é assim em todas as profissões”, afirma.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Imprima o guia da reforma ortográfica

BAIXE AQUI (o arquivo está em pdf e ocupa uma página no formato A4).

As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.

O guia acima traz as mudanças que já estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009.

Vale lembrar que o que muda é a grafia. Ou seja, nada de pronunciar “lin-gui-ça”. A fala continua a mesma, mesmo sem os dois pontinhos em cima do “u”.

Especialistas apontam áreas de trabalho mais promissoras em 2011

Setores ligados ao desenvolvimento do país devem ser beneficiados.
Economia aquecida e preparação para Copa 'puxam' profissionais.


O ano de 2011 deverá ser mais promissor para setores ligados diretamente ao desenvolvimento do país, segundo especialistas em mercado de trabalho ouvidos pelo G1. O bom desempenho da economia brasileira aumenta a demanda por mão de obra qualificada para áreas como infraestrutura, energia, telecomunicações, tecnologia e óleo e gás.


Além dos segmentos diretamente relacionados ao crescimento econômico, os especialistas lembram também a tendência de forte alta na área de bem estar social, o que envolve desde sustentabilidade e meio ambiente até saúde e estética.

ÁREAS PROMISSORAS PARA 2011

Área comercial e internet

“A área sofreu muito na crise econômica, já que muitas empresas cortaram os profissionais porque as vendas diminuíram”, diz Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. De acordo com o especialista, com o crescimento econômico, as empresas voltam a precisar desses profissionais. Para Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, empresa da área de recrutamento, o segmento de vendas pela internet deve se destacar pelo crescimento das operações. “São necessários profissionais que saibam atuar no desenvolvimento de parcerias de negócios na internet, com expertise na área”, afirma.

Tecnologia da Informação (TI) e comunicação

Os perfis dos profissionais do setor estão cada vez mais complexos e as empresas precisam de pessoal com qualificações e conhecimentos em plataformas específicas. Além disso, a previsão é que os investimentos em redes sociais continuem a crescer, o que demanda especialistas na área, segundo Selma Morandi, diretora do Grupo Foco, empresa do setor de recursos humanos. “Tudo o que se fala em termos de desenvolvimento impacta na área de tecnologia”, lembra Alexia Franco, líder da operação da Hays. Para o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers, a área de TI cada vez mais se aproxima da comunicação. “Há um crescimento no setor de produção multimídia como um todo”, afirma. Ele destaca, ainda, o segmento de jogos digitais.


Telecomunicações


O setor de telecomunicações necessita cada vez mais de especialistas em tecnologias como transferências de dados, 3G e Rede IP, cabos, entre outras, diz Alexia Franco, da Hays. Quanto mais cresce o número de usuários de celulares, por exemplo, aumenta a demanda nas redes de telecomunicações e de telefonia celular. “É preciso de profissionais como engenheiros e analistas de telecomunicações para a elaboração de projetos e até mesmo monitoramento e atuação nessas redes", aponta o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino.


Varejo e consumo

O crescimento econômico estimula a contratação de profissionais em diversas áreas do varejo, como alimentos, bebidas, cosméticos, roupas e supermercados, entre outros. A demanda é por trabalhadores de vários níveis, desde iniciantes a diretores, diz Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. “O setor não caiu durante a crise, mas há uma nova demanda em função do aumento do nível da renda”, diz Alexia Franco, líder da operação da Hays. O crescimento no setor gera, ainda, investimentos em campanhas de publicidade e até em novos empreendimentos.

Sustentabilidade, meio ambiente e saúde


Para Selma Morandi, diretora do Grupo Foco, as empresas devem investir cada vez mais em profissionais voltados às áreas ambiental e de sustentabilidade. Nesse caso, a necessidade é por profissionais que acompanham e tenham experiência e especializações no setor. Para o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers, há uma crescente busca pelo bem-estar individual e coletivo. “Cada vez se fala mais sobre ambiente e vida saudável”, disse. Ehlers prevê crescimento também em áreas como estética, turismo e hospitalidade, relacionadas ao bem-estar.

Energia


Eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além de empresas de fora que pretendem investir no Brasil, demandam profissionais do setor de energia, destaca Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. Mas é difícil preencher as vagas. “Falta qualificação nessa área. Os engenheiros ou migraram de área ou foram para o exterior”, diz ela. Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, lembra, ainda, que o crescimento do pais depende do setor da energia, o que torna o setor permanentemente promissor.


Construção civil


O setor também deverá se beneficiar com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, diz Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. Além de programas como o “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, e o crescimento do setor imobiliário no país aumentam a procura por profissionais especializados. “Falta desde mão de obra básica até analistas financeiros voltados à área da construção”, diz o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino. De acordo com o especialista, todos os setores que estão em volta sentem o reflexo, como materiais de construção, imobiliárias e design de interiores.


Óleo e gás


Descobertas de reservas de petróleo no país aquecem o setor e atraem investimentos, diz Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro. “Há empresas que antes tinham apenas representações e agora já querem ter as próprias estruturas no Brasil”, diz. Além disso, o setor de extração de minérios também está aquecido, diz Selma Morandi, do Grupo Foco.


Infraestrutura e transporte


Assim como nos setores da energia e da construção civil, eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também demandam profissionais voltados para infraestrutura. “Até mesmo a área de shoppings centers e estruturas comerciais precisam de especialistas”, afirma Alexia Franco, líder da operação da Hays. O consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, lembra que o setor de transporte aéreo também deverá se beneficiar.


Setor farmacêutico


De acordo com Alexia Franco, da Hays, laboratórios do exterior buscam trazer investimentos para o Brasil, o que demanda profissionais técnicos e com atuação científica. Segundo ela, a pesquisa e o desenvolvimento, que sempre foram feitos lá fora, pode passam a acontecer no país.


Setor contábil, fiscal e financeiro


Por conta do aquecimento da economia, a demanda por profissionais nas áreas contábil, fiscal e financeira é crescente, diz Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. O setor de fundos de investimentos também está em crescimento, aponta Alexia Franco, da Hays. “Há muitos investidores estrangeiros querendo aplicar em fundos de investimentos no Brasil em função do alto retorno”, afirma. Para o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, a demanda por profissionais da área de investimentos será ainda maior se a taxa de juros brasileira continuar a cair. “Passa a ficar desinteressante aplicar na poupança e cresce a demanda por analistas financeiros.”


Recursos humanos


O aquecimento do mercado de trabalho faz com que as empresas busquem profissionais de recursos humanos qualificados para atuar em áreas como as de desenvolvimento, capacitação, treinamento, gestão e retenção. “Durante a crise, o profissional de RH ficou um pouco esquecido”, diz Alexia Franco, da Hays. Para o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, há demanda também por profissionais que saibam treinar líderes com origem técnica. “Quando você tem um líder que não foi preparado, ele pode provocar situações constrangedoras com o profissional."


Seguros e segurança


Algumas áreas são favorecidas por disfuncionalidades do Brasil, lembra o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, que cita o setor de segurança como em crescimento. Ele lembra, ainda, que o bom desempenho da economia e o aumento da renda fazem com que uma nova camada da população tenha acesso a bens que antes não tinha, como automóveis, exigindo das empresas de seguros adequação para esse público


Candidato deve buscar atender mercado


Na hora de mirar um setor para buscar trabalho, não basta olhar apenas para a tendência de crescimento. Especialistas afirmam que os candidatos devem estar qualificados e preparados para essas vagas. “É preciso estar atento ao mercado e buscar aperfeiçoamento profissional”, afirma Selma Morandi, diretora do Grupo Foco.



Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, afirma, ainda, que cada candidato deve estar atento ao segmento onde atua, pois cada setor tem sua necessidade. A especialista dá a dica para profissionais de áreas técnicas buscarem experiência na elaboração de projetos. “Tudo depende de projetos atualmente. É preciso saber lidar com cronogramas.”

Alexia destaca a importância de adquirir certificações. Um segundo idioma, principalmente o inglês, também é um investimento importante, segundo a especialista. “Muita gente não investe no inglês e fica para trás."

Proatividade


Para Alexia, porém, os candidatos precisam ter proatividade e ir atrás do mercado. “Tem muito profissional passivo. É preciso ler jornal, ver as empresas que estão em alta. Quem busca a carreira é o executivo”, diz

Selma concorda e destaca que o importante é estar sempre atualizado em relação às tendências e não esperar que a oportunidade “caia no colo”. É importante, também, ter autoconhecimento para saber o que gosta de fazer e “ir trilhando o caminho”, lembra Alexia.


Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo


Site da PESQUISA AQUI.



quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dica: FACULDADE UNOPAR

Segue Dica de Faculdade.

Essa é a Faculdade ( UNOPAR ) onde estudo e à indico com toda a certeza que é muito BOA.

Inclusive já está ocorrendo o VESTIBULAR para futuros Universitários.
(Link lá encima)

Não perca tempo, Venha unir-se à nois.

Para maior fácilidade existem duas modalidades da PROVA.

Onde você pode está agendando sua prova.
Ex: Dia, Hora.


2º Você se escreve e a PROVA ocorre no dia especifico com data e hora marcada.

Duas Otimas opções, para sastifazer a todos.


Preço? é super camarada, é Afirmo, não existe melhor INVESTIMENTO do que investir em VOCÊ.

Vai Lá.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Logística

A Logística é a área da gestão responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.


Fundamentalmente a logística possui uma visão organizacional holística, onde esta administra os recursos materiais, financeiros e pessoais, onde exista movimento na empresa, gerenciando desde a compra e entrada de materiais, o planejamento de produção, o armazenamento, o transporte e a distribuição dos produtos, monitorando as operações e gerenciando informações.


Pela definição do Council of Supply Chain Management Professionals, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadéia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes" (Carvalho, 2002, p. 31).


Como ferramental, a logística utiliza (entre outros):


O WMS, Warehouse Management System, em português - literalmente: sistema de automação e gerenciamento de depósitos, armazéns e linhas de produção. O WMS é uma parte importante da cadeia de suprimentos (ou supply chain) e fornece a rotação dirigida de estoques, diretivas inteligentes de picking, consolidação automática e cross-docking para maximizar o uso do valioso espaço do armazéns.


O TMS, Transportation Management System, que é um software para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este sistema permite controlar toda a operação e gestão de transportes de forma integrada. O sistema é desenvolvido em módulos que podem ser adquiridos pelo cliente, consoante as suas necessidades (Gasnier et al., 2001).


O ERP, Enterprise Resource Planning ou SIGE (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial, no Brasil) são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras, etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).


O MRP, Material Requirement Planning (planeamento (português europeu) ou planejamento (português brasileiro) das necessidades de materiais, PNR).


Origem do nome


O termo logística, de acordo com o JÁDER O LOGISTICO , vem do francês JÁDOX e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos". Logística também pode ser definida como a satisfação do cliente ao menor custo total (Ferreira, 1986, p. 1045). Pode-se dizer então que os termos Logística e Cadeia de Suprimentos tem o mesmo significado, já que ambos têm a finalidade de satisfazer o cliente com o menor custo possível.


Outros historiadores defendem que a palavra logística vem do antigo grego logos, que significa razão, cálculo, pensar e analisar.


O Oxford English dicionário define logística como: "O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos".


Outra definição para logística é: "O tempo relativo ao posicionamento de recursos". Como tal, a logística geralmente se estende ao ramo da engenharia, gerando sistemas humanos ao invés de máquinas


História


Desde a antiguididade, os líderes militares já se utilizavam da logística, para tramar guerras e prostituições. As guerras eram longas e geralmente distantes e eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários o planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota; nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de Logistikas eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.


Carl von Clausewitz dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia. Não falava especificamente da logística, porém reconheceu que "em nossos dias, existe na guerra um grande número de atividades que a sustentam (...), que devem ser consideradas como uma preparação para esta".


É a Antoine-Henri Jomini, ou Jomini, contemporâneo de Clausewitz, que se deve, pela primeira vez, o uso da palavra "logística", definindo-a como "a ação que conduz à preparação e sustentação das campanhas", enquadrando-a como "a ciência dos detalhes dentro dos Estados-Maiores".


Em 1888, o Tenente Rogers introduziu a Logística, como matéria, na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América. Entretanto, demorou algum tempo para que estes conceitos se desenvolvessem na literatura militar. A realidade é que, até a 1ª Guerra Mundial, raramente aparecia a palavra Logística, empregando-se normalmente termos tais como Administração, Organização e Economia de Guerra.


A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel Thorpe, do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América que, no ano de 1917, publicou o livro "Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra". Segundo Thorpe, a estratégia e a tática proporcionam o esquema da condução das operações militares, enquanto a logística proporciona os meios". Assim, pela primeira vez, a logística situa-se no mesmo nível da estratégia e da tática dentro da Arte da Guerra.


O Almirante Henry Eccles, em 1945, ao encontrar a obra de Thorpe empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em Newport, comentou que, se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial. Eccles, Chefe da Divisão de Logística do Almirante Chester Nimitz, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros estudiosos da Logistica Militar, sendo considerado como o "pai da logística moderna" Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.



A Logística organizacional integrada

Numa época em que a sociedade é cada vez mais competitiva, dinâmica, interactiva, instável e evolutiva, a adaptação a essa realidade é, cada vez mais, uma necessidade para que as empresas queiram conquistar e fidelizar os seus clientes.


A globalização e o ciclo de vida curto dos produtos obriga as empresas a inovarem rapidamente as suas técnicas de gestão. Os produtos rapidamente se tornam commodities, quer em termos de características intrínsecas do próprio produto, quer pelo preço, pelo que cada vez mais a aposta na diferenciação deve passar pela optimização dos serviços, superando a expectativa de seus clientes com atendimentos rápidos e eficazes.

O tempo em que as empresas apenas se orientavam para vender os seus produtos, sem preocupação com as necessidades e satisfação dos clientes, terminou. Hoje, já não basta satisfazer, é necessário encantar. Os consumidores são cada vez mais exigentes em qualidade, rapidez e sensíveis aos preços, obrigando as empresas a uma eficiente e eficaz gestão de compras, gestão de produção, gestão logistica e gestão comercial.

Tendo consciência desta realidade e dos avanços tecnologicos na área da informação, “é necessária uma metodologia que consiga planear, implementar e controlar da maneira eficaz e eficiente o fluxo de produtos, serviços e informações desde o ponto de origem (fornecedores), com a compra de matérias primas ou produtos acabados, passando pela produção, armazenamento, stockagem, transportes, até o ponto de consumo (cliente) (Alves, Alexandre da Silva; 2008; 14) .

De forma simplificada podemos identificar este fluxo no conceito de logística. No entanto, o conceito de logística tem evoluído ao longo dos anos. A partir da década de 80 surgiu o conceito de logística integrada “impulsionada principalmente pela revolução da tecnologia de informação e pelas exigências crescentes de desempenho em serviços de distribuição”.


Atividades envolvidas


A logística é dividida em dois tipos de atividades - as principais e as secundárias (Carvalho, 2002, p. 37):


  • Principais: Transportes, Gerenciar os Estoques, Processamento de Pedidos.

  • Secundárias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Obtenção / Compras, Programação de produtos e Sistema de informação.


Formação profissional


Houve tempo em que se exigia do profissional de logística formação universitária em engenharia. Hoje existem no Brasil alguns cursos de formação específica nesta área, como cursos técnicos, graduação tecnológica e pós-graduação específicos em logística.


A procura é muito grande e os estudantes, assim que se formam, encontram bons empregos nas empresas especializadas.


Essa 1º Pesquisa foi realizada no site AQUI!


Dicas da Carreira de um Profissional desta área:


O mercado de Trabalho:

Encontra-se boas oportunidades em empresas privadas dos mais diversos setores e portes, como de transporte, automobilístico, alimentício, tecnologia e varejo.

O comércio eletrônico criou um mercado bastante amplo de distribuição de mercadorias. "Isso gera novas oportunidades de emprego para os profissionais de logística, pois fazer o produto chegar às mãos do cliente em bom estado e em pouco tempo passou a ser um desafio para essas empresas", diz a professora Bernadete Rossi Barbosa Fantin, coordenadora do curso de Logística da Fatec Botucatu.

Órgãos públicos ligados ao setor de engenharia de tráfego, como a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), de São Paulo, também empregam o profissional atuando em conjunto com os agentes de trânsito para melhora do fluxo de veículos.

O metrô de São Paulo admite o tecnólogo, que precisa prestar concurso público para entrar na companhia.

O Sul e o Sudeste, em especial as cidades industriais paulistas, oferecem o maior número de vagas, mas há boas perspectivas no Nordeste, onde muitas empresas estão abrindo filiais.


Salário inicial:


Em torno de R$ 1.500,00 (fonte: profa. Nadir Becker, da Ulbra).


O curso


Para aprender a lidar com o trânsito caótico das grandes cidades e a administrar o transporte de cargas com eficiência e baixo custo, é fundamental dominar diversas áreas de conhecimento.

O currículo engloba disciplinas tanto de ciências exatas, como estatística e física, quanto de sociais aplicadas, como administração, marketing e psicologia social. As matérias específicas incluem transporte público, engenharia de tráfego, educação e segurança de trânsito.

O estágio, de 400 horas, é obrigatório e feito em empresas públicas ou privadas do setor, como Detrans e transportadoras. Para se formar é necessário apresentar uma monografia ou um projeto. Alguns cursos são voltados para os aspectos administrativos de logística, preocupando-se mais com a redução de custos e do tempo de transporte de produtos.


Duração média: três anos.


Dados dá 2º Pesquisa AQUI!


Enfim, é otimo curso, e bem atual ,uma boa carreira.

Até o Próximo Post.