segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O INÍCIO E A PRÁTICA DO PROGRAMA D-OLHO NA QUALIDADE

O programa D-OLHO na Qualidade, envolve as seguintes práticas e fases: Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida, e deriva de cinco palavras japonesas, SEIRI (descarte); SEITON (Organização); SEISOU (Limpeza); SEIKETSU (Higiene); SHITSUKE (Ordem mantida). É, na verdade, um objetivo de vida, uma filosofia que surgiu na década de 50 no Japão pós-guerra. A "Filosofia dos 5s" fez parte do esforço de reconstrução do país. O Japão é considerado o país de origem desta filosofia, devido sua grande frequência e prática. Mas é possível encontrar diversas sociedades, tribos, famílias ou pessoas praticando a essência dos 5s, evitando os pequenos desperdícios, respeitando o meio ambiente e o próximo, valorizando o bem-estar e a vida saudável. Ao conhecermos mais sobre seu significado, descobrimos sempre um novo entendimento, um novo alcance, um novo aspecto.

Este estudo leva-nos a limites cada vez mais distantes, permitindo-nos a descoberta de novos valores. Até que ponto chegaremos não é possível dizer antecipadamente, mas é uma busca constante de novas realizações e de novas satisfações. Descartar, organizar e limpar, por si só, já são ganhos. E por mais que isso faça parte do nosso dia-a-dia, sempre conseguimos descartar, organizar e limpar um pouco mais, o que é bom para nossa própria realização. Mais do que isso, quando esses conceitos são internalizados, podemos aplicá-los a nós próprios, ao nosso interior.














Há quem diga que praticar o programa D-OLHO na Qualidade é praticar "bons hábitos" ou "bom senso". Apesar da simplicidade dos conceitos e da facilidade de aplicação na prática, sua implantação efetiva não constitui uma tarefa simples, porque a essência dos conceitos é a promoção de mudança de atitudes e hábitos das pessoas pela convivência e experiência ao longo de suas vidas. De repente, ao tomar conhecimento desses conceitos tão óbvios, sentimo-nos seduzidos a iniciar já a sua implantação. Mas, certamente, as atitudes e hábitos decorrentes da prática do D-OLHO na Qualidade vão se chocar com os hábitos e atitudes incorporados à nossa maneira de agir.

Um aspecto crítico na implantação é a dificuldade de "romper" com os conceitos e preconceitos arraigados em nós. É preciso dar suporte àqueles que estão conseguindo romper e ajudar os que ainda não o fizeram, para que possam seguir a mesma direção dos outros. Esse rompimento precisa ser espontâneo para que tenha condições de se perpetuar, removendo de forma definitiva velhos hábitos e atitudes e substituindo-os por outros. Portanto a implantação do Programa D-OLHO na Qualidade precisa ser sistematizada e planejada em todos os passos, se quisermos garantir a longevidade da mudança.

A Terra possui recursos naturais finitos, sendo alguns renováveis, outros não. As pessoas necessitam desses recursos para sobreviver. Considerando que grande parte desses recursos possui um ciclo de renovação muito mais longo do que o ciclo de vida das pessoas, e também a aceleração da taxa de crescimento da população, podemos concluir que a tendência é que alguns desses recursos venham a faltar. O quadro a seguir indica claramente o crescimento da população.


É importante salientar que essas projeções, feitas em 1980 e 1992, foram confirmadas, pois a população atingiu valores muito próximos do esperado. Dentre vários, iremos citar dados de um dos recursos naturais utilizados diariamente por todos, a água. A água em quantidade e qualidade é fator de sobrevivência do homem, evitando-se, com seu uso, 80% das doenças humanas. Apenas 0,6% da água no mundo é água doce disponível naturalmente. O desperdício e a poluição das águas podem inviabilizar sociedades e mesmo nações inteiras, caso não sejam combatidos.


O meio ambiente é um manancial de recursos latentes, pouco utilizados, importantes de identificar e valorizar economicamente. Não podemos esquecer que o conceito de recurso está condicionado a variáveis históricas e culturais e ao próprio desenvolvimento tecnológico. Os recursos naturais não são dados constantes, são um fragmento do meio ambiente.


Pare um instante, analise como você utiliza esses recursos no seu dia-a-dia e que ações poderá adotar hoje para garanti-los no futuro.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Espanhol - Alfabeto espanhol ( Ensino Fundamental)

Conheça as letras do espanhol e seus nomes


Abecedario español
A B C Ch D
(a) (be) (ce) (che) (de)
E F G H I
(e) (efe) (ge) (hache) (i)
J K L Ll M
(jota) (ka) (ele) (elle) (eme)
N Ñ O P Q
(ene) (eñe) (o) (pe) (cu)
R S T U V
(ere, erre) (ese) (te) (u) (uve)
W X Y Z
(uve doble) (equis) (i griega) (zeta)

Português - A Hora da Estrela (Ensino médio)


Análise da obra de Clarice Lispector



Escritora nascida na Ucrânia mas radicada no Brasil desde criança, Clarice Lispector (1920 - 1977) é um caso ímpar na literatura nacional, já que sua abordagem intimista, questionadora sobre os tênues limites entre a ficção e a realidade - e sobre o próprio ato de escrever -, surge numa época em que predominava o romance regionalista, com denúncias sociais sobre a vida no Nordeste.

O impacto de sua prosa foi tamanho, que a escritora e filósofa francesa Hélène Cixous chega a dividir a literatura brasileira em dois momentos: A.C. (Antes da Clarice) e D.C. (Depois da Clarice). O último livro da autora, publicado no ano de sua morte, aparentemente narra apenas o sofrimento da migrante alagoana Macabea no Rio de Janeiro.

A estrutura, porém, é bem mais complexa. Há, no texto, um tripé: a vida comum e sem graça de Macabea; a história do narrador Rodrigo; e a reflexão dele sobre a escritura. A habilidade de Clarice está em articular esses planos de uma maneira que não dificulta a leitura ou deixa o texto empolado ou pernóstico.

Sonhadora e ingênua, Macabea é o retrato da saga sem glamour de uma brasileira perante um outro Brasil, que ela desconhece. Seu namoro com Olímpico de Jesus, nome pleno de ironia, já que ele não tem nada das poderosas divindades gregas que habitavam o Monte Olimpo e muito menos do lado humano da Santíssima Trindade católica, não tem futuro algum.

Ascensão social

Macabea é trocada por Glória, colega de trabalho que, por ter um pai açougueiro, parecia oferecer ao também nordestino Olímpico uma possibilidade de ascensão econômica e social. A desilusão afetiva soma-se a uma progressiva degradação do corpo, causada por uma tuberculose.

É justamente Glória, outro nome bastante crítico, já que ela pouco tem para ser glorificado, que aconselha a deprimida Macabea a encontrar uma orientação para a sua vida, aparentemente sem sentido, numa cartomante, Madame Carlota, que anuncia um futuro pleno de felicidade com um estrangeiro.

Mercedes-Benz

Ao sair desse encontro, com a cabeça literalmente nas nuvens, Macabea é atropelada por um Mercedes-Benz. Termina assim uma existência em que predomina um grande vazio existencial, contada com momentos que evocam James Joyce, na forma como trata livremente a narrativa, e Virginia Woolf, no que diz respeito à maneira de enfocar a riqueza interior feminina.

Em sua sofisticada aula de escritura, a autora cria a saga de um personagem que, se, por um lado, alerta para o drama social da migração, acima de tudo, constrói um exercício do próprio ato de escrever e dos limites entre criador (Clarice), narrador (Rodrigo) e personagem (Macabea), um triângulo marcado pelo constante questionamento existencial.

A estrela do símbolo da Mercedes funciona de maneira metafórica, pois causa a morte da protagonista. Por outro lado, é apenas com a sua morte que Macabea consegue dar destaque a sua vida, com seu corpo desfalecido no meio da rua. Morta, torna-se estrela por um dia. A sua hora de aparecer chegou, melancólica, como toda a sua existência.

Oscar D'Ambrosio, jornalista, mestre em Artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é crítico de arte e integra a Associação Internacional de Críticos de Artes (Aica - Seção Brasil).

Matemática - A primeira máquina de calcular ( Ensino Fundamental)

Roberto Moisés e Luciano Castro Lima*

Os sistemas de numeração como o dos romanos foram inventados para registrar os números. Eles eram inúteis para fazer as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão no papel, como fazemos hoje. Como fazer a adição de XXXVIII e MX? Para resolver esse tipo de problema, surgiu o ábaco.

O ábaco (que quer dizer áreia, em árabe) é uma tábua com divisões em linhas ou colunas paralelas, que separam as ordens de um sistema de numeração. A representação de quantidades se faz colocando-se sobre uma ordem a quantidade de pedras a ela correspondente.

A origem do ábaco está ligada à evolução dos conceitos de contagem.

Para representar o número 325, por exemplo, no ábaco, basta que coloquemos nos colunas tantas pedras quantas unidade têm em cada ordem:


reprodução


O ábaco primitivo dos romanos era assim:


ábaco


O algarismo hindu

A idéia do ábaco era simples: para cada ordem uma coluna. Com isto a ordem era fixada numa determinada posição. Essa idéia tão simples, inspirada pelo ábaco, iria determinar o nascimento daquela que seria a mais revolucionaria e importante escrita numérica: a escrita hindu.

Na Índia desse período iniciou-se um ciclo de produção matemática que marcaria, por sua riqueza e criatividade, quase todos os ramos do pensamento matemático.

O ábaco dizia para cada ordem uma só coluna. E os matemáticos hindus imaginaram: para cada ordem um só algarismo. E inventaram os algarismos que praticamente são os que usamos hoje. Dessa forma, a escrita numérica consegue, com apenas dez símbolos - 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9 - escrever todos os infinitos números que o cérebro humano pode imaginar.

Escrita posicional

Trata-se da escrita posicional desenvolvida em sua máxima simplicidade, simplicidade esta que maravilharia o matemático francês Laplace, o grande matemático do império de Napoleão:

"Devemos à Índia o engenhoso método de exprimir todos os números por meio de dez símbolos, cada qual portador, tanto de um valor de posição, como de um valor absoluto, invenção tão notável, mas tão simples, que nem sempre lhe reconhecemos o mérito."

*Roberto P. Moisés é mestre em educação matemática (USP) e prof. do colégio Santa Cruz e das universidades Sumaré e São Judas. Luciano Castro Lima é coordenador de matemática do Ceteac - Centro de estudos e trabalho em educação e cultura.

Geográfia - Acidentes geográficos

Maiores rios, oceanos e desertos do planeta

Veja lista dos acidentes geográficos mais conhecidos do planeta: os maiores oceanos, os mares mais extensos, os maiores rios do mundo, os maiores desertos, as maiores altitudes, as maiores quedas d'água, os lagos mais extensos e as maiores ilhas da Terra.

Maiores acidentes geográficos
Os oceanos *
Área (km2)
Profundidade máx. (m)
Pacífico
179,7 milhões
11.524
Atlântico
106,1 milhões
9.220
Indico
74,9 milhões
9.000
Os três mares mais extensos
Área (km2)
Profundidade máx. (m)
Mar da Arábia
3,68 milhões
5.800
Mar da China Meridional
3,45 milhões
5.560
Mar do Caribe
2,75 milhões
7.680
Os três maiores rios
Localização **
Extensão (km)
Amazonas
Brasil
6.868
Nilo
Egito
6.671
Xi-Jiang
China
5.800
Os três maiores desertos
Localização
Extensão em km2
Saara
Norte da África
8,6 milhões
Gobi
Mongólia e noroeste da China
1,3 milhão
Kalahari
Sudoeste da África
930 mil
As maiores altitudes
Localização
Altura (m).
Everest
Nepal/China
8.848
K-2
Paquistão/China
8.611
Kanchenjunga
Nepal/índia
8.598
As três maiores quedas d’água
Localização
Altura(m)
Salto Angel
Venezuela
979
Tugela
África do Sul
914
Utigard
Noruega
800
Os três lagos mais extensos
Localização
Área (Km2) – Profundidade máx. (m)
Mar Cáspio
Oeste da Ásia
371 mil – 1.025
Superior
EUA/Canadá
84 mil – 406
Victoria
Uganda/Tanzânia/Quênia
68 mil– 73
As três maiores ilhas

Área (km2)
Groenlândia

2,18 milhões
Nova Guiné

785 mil
Bornéu

736 mil

* Alguns geógrafos consideram o oceano Glacial Ártico (com 14,09 milhões de km não como um oceano, mas como um mar formado pelo oceano Atlântico.A área do Atlãntico mencionada nesta tabela inclui o Ártico.

** Principal país que o rio atravessa.

Inglês!

Como dizer distraído, diretoria, dormir como pedra, discutir

José Roberto A. Igreja*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

Diretoria

board of directors/board
Fique esperto na hora da entrevista para o emprego: "diretoria" não é directory, é board! Observe o exemplo.

  • The board will meet today to discuss a new strategy to boost sales.
    A diretoria vai se reunir hoje para discutir uma nova estratégia para aumentar as vendas.

    Discussão acirrada

    heated argument
    Nem pense em discussion! Discussão é argument. E, quando acirrada, é heated argument.

  • They had a heated argument about who should pay for the damages after the car crash.
    Tiveram uma discussão acirrada sobre quem deveria pagar pelo prejuízo após a batida.

    Distraído

    absent-minded
    Distraído, desligado, desatento, alheado... Quem vive com a cabeça nas nuvens é, decididamente, absent-minded.

  • I wonder how Jerry can be so absent-minded. He keeps leaving his cell phone behind wherever he goes.
    Não sei como o Jerry consegue ser tão distraído. Ele está sempre esquecendo o celular em todos os lugares a que vai.

    Dizer o que se pensa

    to speak one's mind
    Há um velho ditado para aqueles que costumam dizer o que pensam: "Quem diz o que quer, ouve o que não quer". Em outras palavras, é o que o exemplo recomenda:

  • You can't always speak your mind. Sometimes you have to keep your opinions to yourself.
    Não se pode sempre dizer o que pensa. Às vezes, é preciso guardar para si as opiniões pessoais.

    Dormir como uma pedra

    to sleep like a log
    Eis outra "pegadinha": nesta expressão, pedra não é stone. É log.

  • Mike was so tired that he slept like a log last night.
    Mike estava tão cansado que dormiu como uma pedra ontem à noite.

  • José Roberto A. Igreja é diretor pedagógico da Dialecto English, e autor dos livros "How do you say ... in English ?" e "Falsos Cognatos - Looks can be deceiving!" (Disal Editora).

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